Macros: Usar ou não usar ?
Agora vou falar de programação. Uma prática no mínimo polêmica é a utilzação de Macros. Mas o que afinal são macros?
Agora vou falar de programação. Uma prática no mínimo polêmica é a utilzação de Macros. Mas o que afinal são macros?
Confesso que já usei muitas distribuições Linux. Desde o Fedora, passando pelo descendente de Gentoo, Sabayon até o Debian. Usei o Suse também, mas somente por algumas horas ( aquilo travava demais e tinha um gerenciador de pacotes medonho chamado Yast, que nunca entendi como aquilo funcionava). O Fedora tinha um certo problema: ele força você a não usar coisas proprietárias: bom, não sou fã de coisas proprietárias, mas quem tem que decidir o que eu uso sou eu e não minha distribuição (ela deve servir como ferramenta e não como um empecilho). Sabayon era até legal, mas muito pesado (vinha com Beryl por padrão). O Debian é uma distro que tem uma mania de mexer nos pacotes, o que a faz ter coisas não originais (ex: o Gnome do Debian é um Gnome do Gnome.org modificado) e isso também não é legal. Conheço administradores de Redes Debian que estão rancando cabelos por causa do IceWeasel (nada mais que um Firefox mexido) e que parece ter uma antipatia com o Flash.
Post Inicial: Espero que gostem do meu blog.
Já houve um tempo que havia a profissão "vendedor de enciclopédia". Eram pessoas razoavelmente bem vestidas, que batiam de porta em porta e ofereceriam "toda o conhecimento da humanidade" em vinte volumes e em um bom número de prestações. Enciclopédias eram caras. Geralmente demorava-se mais de ano para se pagar. È até fácil achar, hoje , em algumas casas, aquela coleção de Barsas, de tanto que as pessoas se preocupavam em ter "todo o conhecimento da humanidade" . A uns anos atrás, o jornal Folha de São Paulo, em cada domingo, pagando mais uma quantia razoável você tinha um volume de uma enciclopédia. Acho que foi a última vez que vi alguma tentativa de enciclopédias de papel até dar um pouco certo.
Depois a moda virou enciclopédias vindo em CD-ROM, junto com jornais nos domingos. Isso era legal, pois geralmente custava em torno de R$ 10 o fascículo e eram poucos (cerca de 5 ou 6). Isso salvava árvores e nas enciclopédias costumavam vir mais imagens e vídeos o que as deixava mais completa. Isso era legal.
Qual o problema dessas duas versões ?
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