Archive for Coisas Livres

Doei para a Wikipedia

Fiz minha boa ação de final de ano e doei US$ 5 para a Wikipedia! E ainda consegui arrastar mais três amigos e doamos no total US$ 20 !

Essa foi minha boa ação de final de ano :-) Se para cada busca na Wikipedia eu tivesse que pagar US$ 0.01 eu certamente estaria saindo no lucro doando esses US$ 5. Ainda mais com tantas consultas que eu faço :-D

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Como ser um Hacker?

Primeira coisa a dizer: Se você tem interesse em invadir computadores, roubar senhas bancárias e coisas deturpadas afins, aqui você não vai achar nada de interessante. Que tal procurar "Como ser um Cracker?"?

O significado de Hacker que ouvimos nos telejornais e grandes portais da internet ao meu ver é incorreto (a definição daqui nasceu primeiro) e deveria ser utilizado Cracker ao invés de Hacker. Mas não vou falar disso (leia isso para mais detalhes).

O que vou falar hoje é sobre um artigo escrito por Eric Raymond, chamado "How to be a hacker". Esse artigo ensina o que é cultura hacker e sobre o que um Hacker se interessa. Ensina também o que você deve aprender para ser um hacker. Entre outras coisas, é um texto que conta o que os hackers fazem e o que você deve aprender para ser um deles.

Uma das coisas mais interessantes é que ele não manda você passar 25h por dia em frente ao computador, mas sugere coisas como "Leia livros de Ficção Científica", "Pratique uma arte marcial", "Aprenda a meditar", "Desenvolva um ouvido analítico para música". Raymond também sugere, agora no campo da programação, a usar um UNIX de código aberto (Linux ou Solaris ou BSD), aprender linguagens de programação (Python, C, LISP, Java e Perl) , aprender HTML e aprender inglês técnico.

Por fim, existe um FAQ com algumas coisas engraçadas como:

Q: I'm having problems with my Windows software. Will you help me?
A: Yes. Go to a DOS prompt and type "format c:". Any problems you are experiencing will cease within a few minutes.

Eu li esse HOWTO e gostei bastante mas não concordo com algumas coisas. Não gosto de praticar artes marciais, mas gosto de meditar. Não sou muito fã de Python ou Perl (prefiro Ruby). Mas pelas idéias e pela ideologia hacker é bastante interessante. Eu sugiro que você leia esse blog e aprenda um pouco sobre a cultura hacker e assim você pode entender os motivos do surgimento de alguns pilares do Software Livre como o projeto GNU e do Kernel do Linux.

 

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Pidgin 2.4.2 Lançado!

È com muito orgulho que comunico o lançamento do Pidgin 2.4.2. A lista das mudanças para a versão antiga (2.4.1) pode ser vista no Changelog . Fico bastante orgulhoso de ter ajudado na tradução de uma versão de um aplicativo vencedor em sua categoria na eleição do Linux Journal.

Essa é a primeira versão do Pidgin cuja tradução foi realizada por mim, dando prosseguimento ao ótimo trabalho que vinha sendo realizado por Maurício Collares. Lembro que sugestões e relatórios de erros quanto a tradução são sempre bem vindos.

 

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O Software Livre e os Eventos de Software Livre

O título parece um pouco confuso, mas o assunto desperta alguma polêmica. Vinha pensando nesse assunto a algum tempo quando organizava um install fest e tive uma discussão sobre a produção do material de divulgação (panfletos, cartazes e etc). Havia um usuário de Mac que gostaria de utilizar um software de diagramação do OS X alegando que a qualidade do material ficaria melhor, mas o que valeria fazer um evento de Software Livre utilizando alternativas proprietárias ?

Gosto de Software Livre e não sou radical ao ponto de exigir que as pessoas utilizem o software livre. Gosto de expôr seus pontos fortes e digo para as pessoas refletirem sobre suas vantagens. Não sou a favor de exigir seu uso, afinal não acredito que seja na força que poderemos conquistar novos usuários. Mas se vamos fazer um evento de software livre, por que não mostrar que podemos organizar um evento destes utilizando somente SL? E se alguma pessoa, empolgada em querer fazer um install fest na sua comunidade, pedisse os arquivos de divulgação? Eu teria que dizer que estes só poderiam ser abertos no Software X, que só tem versão para o Mac OS X. E aí vem quatro problemas: Um padrão fechado, que depende de um software fechado, que depende de um sistema fechado, que depende de um PC com uma certa configuração bastante inacessível à grande maioria das pessoas que tem um PC.

Mas meu objetivo não é criticar a Apple, mas sim falar da importância de fazer um evento de Software Livre utilizando somente Software Livre.

Hoje mesmo, li um post entitulado "O que eu gostaria de ver no FISL 10?" no blog de Fernanda Weiden (uma das organizadoras do FISL e usuária de GNU/Linux a 10 anos), ela falou algo um tanto polêmico que, ao meu ver, ela está correta: "Proibição de uso de sistemas operacionais proprietários pelos palestrantes". O evento é de Software Livre, então me parece incoerente o uso de um software proprietário para uma palestra. Muitos usuários de Mac (muitos destes ativos contribuidores de SL) já me disseram que o uso de software livre não têm nada a ver com o apoio ao software livre. Mas eu pergunto uma coisa que nunca recebi uma resposta razoável, se você apóia software livre, por que não utilizar uma alternativa razoável livre? Ao meu ver o GNU/Linux é uma alternativa razoável ao OS X e ao Windows, claro que com algumas vantagens e desvantagens. Mas aqui fica uma pergunta: E os software livres que só forem feitos para estes dois sistemas ? Acho que esse caso seria passível de uma exceção. E se o palestrante não tem acesso a um PC com GNU/Linux? A organização do FISL tinha PCs em todas as salas rodando Ubuntu, Open Office, e um leitor de PDF. O palestrante só preicsa trazer a sua palestra em um formato aberto que funcione em um destes softwares.

Cabe elogiar o FISL por um motivo muito bom. Perguntei a Fernanda Weiden sobre o FISL e o uso de Software Livre. E recebi uma resposta que gostei muito: Todos os software utilizados na organização do FISL são livres. E são softwares muito sofisticados: o site é feito com o Drupal, as submissões de palestras e avaliações destas são feitas com o papers, o gerenciador do evento é feito com o greve, internamente, as listas são organizadas com o mailman e há um request tracker. Como confirmado por ela, a qualidade destes softwares foi conseguida com um alto investimento de tempo e dinheiro.

Todo esse sacrifício valeu a pena: todos esses softwares estão disponíveis para o uso de qualquer pessoa que queira organizar seu evento. E o FISL mostra que aplica o que prega.

 

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Um bom motivo para se usar Software Open Source (mesmo se você não for programador)

O que ouço muito das pessoas é "Não sei nada de programação, nem tenho curiosidade de abrir um código fonte, por que devo utilizar um software aberto, se só quero uma coisa que funcione ?". Isso me motivou a escrever sobre isso.

Qual o comportamento esperado de um software? Se eu falo do Microsoft Word, é o de processador de textos, se do Skype, ligações telefônicas em aúdio. Um software fechado pode ter comportamentos mais obscuros que se conhece. Um caso que veio a tona é o iTunes para Windows, que ao fazer sua atualização, instalava junto (por padrão) o navegador da Apple safari. Uma prática, ao meu ver, bastante condenável e digna de um spyware. O que acontece com o Open Source? Uma prática dessas não acontece, pelo simples motivo de seu código ser aberto. Você, que não sabe programar, não precisar abrir o código do programa, basta pesquisar um pouco na internet, e qualquer coisa que tenha um comportamento fora do padrão virá a tona.

Usar software proprietário, implica basicamente em confiança em seus desenvolvedores. Confiança de que as coisas não terão um comportamento desonesto e mercadológico afim de se obter fatias maiores do bolo de usuários. Confiança de que dados do seu computador não serão enviados sem seu consentimento. Confiar em alguém que não confia que você saberá escolher o melhor navegador , ao meu ver, não é uma boa escolha.

No software open source, a confiança é mais clara: podemos ver o que o programa faz. Mesmo se você não souber programar, alguém que sabe irá ver e te dirá, pela blogosfera, se o programa é ofensivo e tem segundas intenções. Obviamente, nenhuma empresa solta um software open source que algo assim: é como dar um tiro em seu próprio pé.

 

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Usuários de XMPP que não sabem o que é XMPP

Muita gente tem o Gmail. Muita gente conhece o Gtalk. Muita gente se fala pelo Gtalk. O Gtalk faz coisas legais como adicionar em sua lista seus amigos do orkut, entre outras coisas. Hoje em dia, é muito comum pessoas trocarem Gtalks ao invés de MSN, ICQ ou coisas do tipo. Isso se disseminou muito por causa do GMail, um serviço de email excelente, que muita gente usa e elogia e recomenda.

Mas o Gtalk nada mais é que uma implementação XMPP. Mas antes o que é XMPP ? XMPP significa Extensible Messaging and Presence Protocol (Protocolo de Presença e Mensagem Extensível) e é um protocolo aberto para Instant Messenger (diferente dos "fechados" Yahoo Messenger, MSN, AOL e etc).

O XMPP é descentralizado, não há um servidor central. Se cair o servidor de e-mail do Google e não cair o servidor de email do Yahoo, vou conseguir mandar e-mails do Google Mail mas não do Yahoo Mail. Você também consegue mandar um email do GMail para o Yahoo mail e vice-versa. Se cai o servidor do MSN, não há conversa entre os usuários desse protocolo. Diferentemente, o XMPP funciona de modo análogo ao e-mail, você pode adicionar não só as pessoas do seu servidor, mas sim de qualquer outro servidor XMPP. Outra coisa boa: o XMPP é um padrão aberto e existem muitos clientes para Windows, MAC OSX e Linux. Basta escolher um que combine com você e pronto.

Se você quiser, pode criar seu servidor XMPP. E mais, pode fazê-lo com o nome de sua empresa ou grupo de amigos ou universidade basta ter o servidor. Mas se não quiser (ou mesmo não puder), existem servidores de XMPP abertos para quem quiser. O Gmail é um deles, mas existe o kdetalk, jabber.org entre outros.

Muitas das informações retirei do verbete XMPP na Wikipedia.

 

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Usar software livre ou não?

Após uma peça de teatro e uma palestra entitulada Software Livre e a Matrix acho que bastante gente aqui no Campus Party já conhece software livre, pelo menos na parte de sua ideologia. Mas e quem quer usar e não sabe por onde começar ?

Existem muitos medos e dúvidas nessa migração: Como vou assistir músicas, filmes, conversar no messenger ? Tudo é uma questão de se adaptar. Hoje em dia já existe bastante documentação, inclusive em português. Cabe lembrar que o Linux é distribuido em distribuições que são pacotes com o Kernel mantido pelo Linus e muitos outros programas. Algumas distribuições são voltadas para servidores por sua estabilidade, outras para usuários mais leigos. Cada uma segue uma "filosofia", que geralmente é descrita em sua página (e é recomendável que você leia antes de fazer o download).

Mas tudo bem, medos são comuns (eu também tive). Mas faça uma experiência: use um dual boot. Se você tem um Windows rodando, instale o Linux paralelamente e tente utilizá-lo para algumas tarefas básicas como navegar na internet, conversar no messenger. Se você não for gamer e nem utilizar um software específico para trabalhar, vai ver que migrar para Linux é uma boa escolha.

Já ouviu falar de Linux pegando virus? Muito dificil né ? O Linux, por padrão, só permite que modificações que podem derrubar o sistema aconteçam se você autorizar (o chamado root). Logo, você (ou uma coisa maliciosa ativada "sem-querer" por você) não pode apagar todos os arquivos, só se você digitar a senha do root (que você deve utilizar tomando cuidado). O único risco que você corre ao executar scripts mal intencionados é apagar seus arquivos pessoais, invasões também são menos comuns (mas mesmo assim você deve ter um firewall).

Se você estiver no Campus Party, basta me procurar. Se você não estiver, boa sorte e me mande um email ou um comentário contando o resultado ou se tiver alguma dúvida. Se você não sabe que distribuição utilizar, me mande um email. Não vou falar de distribuições aqui pois você pode se sentir obrigado a usar alguma só porquê eu disse aqui (quando talvez esta seja muito pesada para seu computador).

 

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Só por prazer

Mais um post ao vivo do Campus Party!

Esses dias eu li o livro de Linus Torvalds (o criador do Kernel do Linux), entitulado "Só Por Prazer". Esse livro é bastante interessante, pois conta não só sobre sua vida (incluindo seus primeiros passos no computador), mas expõe seu ponto de vista sobre diversos assuntos como Software Open Source, copyright e sobre o "sentido da vida".

O sentido da vida, para Linus Torvalds: primeiro é um estágio de sobrevivência, seguido por um estágio "social" para depois virar entretenimento. Um exemplo bem simples: a guerra. Nas tribos antigas, era uma questão de sobrevivência (afinal nem sempre a comida era tanta), depois virou algo que envolvia sociedades (disputas por melhores terras e recursos), para hoje ser tratada quase que como um entretenimento (Quantas pessoas não assistem a CNN que mostra imagens de conflitos pelo mundo?).

Linus, por seus feitos, pode ser considerado nerd. Mas quem não o conhece, certamente julgaria que ele fosse um cara que ficasse 25h por dia em frente ao seu pc. Mas não, Linus é casado, tem três filhas, uma BMW e gosta de dormir a noite (e noites bem dormidas). Não é certamente uma das pessoas mais comunicativas e sociais como o Steve Jobs é, mas também tem seu carisma (liderar o desenvolvimento do Kernel requer muito disso) e sabe lidar com os desenvolvedores para mantê-los trabalhando com satisfação.

Linus também conta um pouco de sua experiência como mantenedor do Kernel, como funciona sua tomada de decisões e como foi a criação do Kernel, sua explosão de popularidade e seu emprego na Transmeta. Há algumas histórias engraçadas: Linus só terminou o Kernel do Linux (que já estava em grande parte feito e funcionando), porque, sem querer, apagou a partição do Minix instalado em sua máquina, então só poderia utilizar seu sistema quando terminasse o Kernel.

È um livro que vale a pena ler, não só se você gosta de Linux, mas se você também quer conhecer uma das mentes mais brilhantes do Software Livre e da programação mundial.

 

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Como contribuir com Software Livre ? – Utilizando !

Chega ao fim essa série de Posts sobre os modos de contribuir com Software Livre. E esse vai ao vivo do campus party!

Essa é a maneira mais fácil de se contribuir, pois não envolve nenhum esforço adicional. Se você não tem tempo sobrando, provavelmente será a maneira que você irá contribuir. Usar o software livre ajuda nos seguintes aspectos: quem produz o software livre se sente mais motivado (afinal programadores, tradutores e etc ficam felizes com suas obras sendo utilizadas), se você ficar satisfeito com o software, poderá indicá-lo para outras pessoas, que busquem um programa com tal funcionalidade podem baixá-lo gratuitamente e podem contribuir de muitas outras formas também.

Certa vez precisei de um programa para fazer diagramação (folhetos para uma install fest). Quais eram as minhas opções? Podia fazer um trabalho porco em um M$ Office ou OpenOffice (afinal processadores de texto não são para essas coisas) mas queria fazer algo legal. Podia utilizar o Adobe Pagemaker, considerado referência em diagramação, mas como estava fazendo uma install fest, preferi utilizar um Software Livre. Utilizei um software chamado scribus , um software bastante intuitivo de utilizar e que atendeu minhas necessidades. Poderia ter utilizado uma alternativa proprietária mas aí não poderia sugerir a quem necessitasse de uma ferramente dessas (o Pagemaker é caro, e não queria incitar à pirataria).

Não entendo do desenvolvimento de um software desse tipo, e este parece já estar traduzido. Nem uso com tanta frequência para ser um bug reporter e dar feedbacks. Logo contribui fazendo sua utilização. Não precisa nem usar Linux, existem muitos Softwares Livres que rodam no Windows, desde gravadores de CD, até editores de fotos e mensageiros instantâneos. E se você gostar recomende aos colegas, vizinhos, amigos e família.

 

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Como contribuir com software livre ? – Feedbacks!

O que é mais importante para as pessoas que produzem um software ? Pode-se dizer que é o funcionamento do programa ?Isso só pode ser considerado verdade se dizemos de scripts feitos para automatizar alguma tarefa. Mas se estamos falando de um Sistema Operacional, um Navegador de internet, ou mesmo de um tocador de MP3, é de se esperar que não queiramos só que nós consigamos usar e sim qualquer usuário. Projetos de software livre são assim, têm seus usuários como peças fundamentais, afinal de que adiante pessoas desenvolverem um software se ninguém vai usar ? Fazer software é muito mais que sentar na frente do computador e codar: precisa-se ouvir os usuários.

O que os usuários podem ajudar, sem fazer muito esforço, é fazendo críticas construtivas. Críticas negativas são dispensáveis: o que adianta alguém te dizer que seu programa é uma perda de tempo e que não presta para nada? Se for para criticar assim, melhor perder seu tempo procurando outra alternativa.

È sempre legal você enviar, quando sair uma nova versão de um software, uma opinião sobre o que você achou desta versão. Muitas vezes o desenvolvedor precisa destas informações para saber o que melhorar nas próximas versões e o que ficou pior. Essas opiniões devem ser muito bem recebidas (elas aliás são estimuladas pelos desenvolvedores, afim de perceberem a qualidade de seu produto). A engenharia de software mais moderna (com os chamados métodos ágeis) se baseia bastante em feedback. È bastante comum a entrega semanal de software funcionando, com aumentos de funcionalidade e com isso o cliente pode avaliar cada etapa separadamente. O software livre segue um caminho análogo: há bastantes releases (para alguns projetos, há releases mensais) e a cada release as pessoas podem enviar um feedback aos desenvolvedores.

Por isso, se ao baixar uma nova versão de um software livre e houver coisas do seu agrado ou desagrado, envie um feedback aos desenvolvedores. Se te agradou, diga o que te deixou tão feliz. Se te desagradou, dê alguma sugestão para melhorar. Isso ajuda bastante a construção de softwares livres melhores.

 

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